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Alef Barboza

Construo sites, apps e robôs com inteligência artificial para pequenos negócios. A IA faz o trabalho pesado; cada detalhe passa pelas minhas mãos antes de ir ao ar.

De onde eu vim

Sou gaúcho. Nasci na Grande Porto Alegre e cresci em Caibaté e São Luiz Gonzaga, no interior do Rio Grande do Sul.

Antes da tecnologia, fui operador de caixa de mercado e motoboy de aplicativo em Palhoça e Florianópolis.

Em 2025, me mudei com a minha família para Ibicuí, na Bahia, onde a família da minha esposa nos recebeu. No caminho, passei quase dois meses na casa de um tio no Rio Grande do Sul. Foi lá que comecei a estudar inteligência artificial a fundo.

Em Ibicuí, comecei no caixa e no recebimento de mercadoria. Em março de 2026, fui chamado para o escritório, com espaço para as minhas ideias. Hoje cuido de três sistemas que eu mesmo construí e que rodam todo dia: o ponto com reconhecimento facial, o estoque e as requisições.

Já fui motoboy de aplicativo. Hoje, uma das obras do Golem é o site de uma empresa de motoboy em São Paulo. E a primeira obra foi o brechó da minha mãe, em Florianópolis.

Fora do trabalho, treino jiu-jitsu e muay thai. E credito a Deus a virada de sair de Florianópolis: quando não se aprende com amor, se aprende na dor.

Por que Golem

Primeiro, a regra

O nome tinha que ser uma palavra que as pessoas já conhecem, fácil de falar e de lembrar. E tinha que ser livre na área de tecnologia, para ser só meu.

Os nomes que ficaram pelo caminho

Pensei em usar o meu nome, Alef, mas ele já tinha dono na área. Depois veio Quilha, a peça que fica debaixo do barco, que ninguém vê e que segura tudo. Gostei. Antes de registrar, fui conferir no INPI: já existia um pedido de outra pessoa com esse nome, para sites e software. Nome com dono não se usa, e eu recomecei do zero.

Conferi quase cem palavras, uma por uma. Muitas boas já tinham dono. E faltava uma coisa: meu trabalho é tecnologia, mas cada projeto é feito à mão, peça por peça. Eu queria um nome que juntasse as duas coisas, o futuro e o feito à mão.

A lenda

Na lenda judaica, o mestre molda o Golem com as próprias mãos, no barro. Ele só ganha vida quando o mestre escreve na testa dele a palavra emet, verdade. Para desligar, basta apagar a primeira letra, o א. A palavra vira met, e ele para.

אמת מת

É o que eu faço: construo à mão e dou vida com código. E o א, a letra que liga tudo, é a primeira letra do meu nome.

O computador que já se chamava Golem

Em 1965, um dos primeiros computadores de Israel, no Instituto Weizmann, foi batizado de Golem Aleph. Há sessenta anos, um Golem que ganha vida com instruções já era um jeito de falar de computador.

No INPI, Golem só aparecia em cerveja, gin e brinquedo. Na tecnologia, estava livre.

O desenho

O símbolo é o próprio א, montado com três peças encaixadas, com a folga à vista, como uma peça feita na bancada. O nome vem em letras clássicas, com espaço entre elas. As cores são de oficina: breu, lona, latão e verdete.

  • Breu
  • Lona
  • Latão
  • Verdete

Estúdio digital

Estúdio, porque cada projeto é feito sob medida, com cuidado de ateliê. Digital, porque é o que eu entrego: sites, apps e robôs.

Como eu trabalho

  • Feito com IA, revisado à mãoA IA acelera o trabalho. Cada detalhe e cada item de segurança passa por mim.
  • Você vê antesMostro o caminho em imagem antes de construir. Você escolhe.
  • Com a cara do seu negócioCada site nasce de uma ideia do próprio negócio. Nada de modelo pronto.

Qual é o seu próximo projeto?

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